quinta-feira, 3 de abril de 2014

Eu Aprendi
EU APRENDI
Que a melhor sala de aula do mundo
Está aos pés de uma pessoa mais velha;

EU APRENDI
Que ser gentil é mais importante do que estar certo;

EU APRENDI
Que eu sempre posso fazer uma prece por alguém
Quando não tenho a força para
Ajudá-lo de alguma outra forma;

EU APRENDI
Que não importa quanta seriedade a vida exija de você,
Cada um de nós precisa de um amigo
Brincalhão para se divertir junto;

EU APRENDI
Que algumas vezes tudo o que precisamos
É de uma mão para segurar
E um coração para nos entender;

EU APRENDI
Que deveríamos ser gratos a deus
Por não nos dar tudo que lhe pedimos;

EU APRENDI
Que dinheiro não compra "classe";

EU APRENDI
Que são os pequenos acontecimentos
Diários que tornam a vida espetacular;

EU APRENDI
Que debaixo da "casca grossa" existe uma pessoa
Que deseja ser apreciada,
Compreendida e amada;

EU APRENDI
Que deus não fez tudo num só dia;
O que me faz pensar que eu possa?

EU APRENDI
Que ignorar os fatos não os altera;

EU APRENDI
Que o amor, e não o tempo,
É que cura todas as feridas;

EU APRENDI
Que cada pessoa que a gente conhece
Deve ser saudada com um sorriso;

EU APRENDI
Que ninguém é perfeito
Até que você se apaixone por essa pessoa;

EU APRENDI
Que a vida é dura, mas eu sou mais ainda;

EU APRENDI
Que as oportunidades nunca são perdidas;
Alguém vai aproveitar as que você perdeu.

EU APRENDI
Que quando o ancoradouro se torna amargo
A felicidade vai aportar em outro lugar;

EU APRENDI
Que devemos sempre ter palavras doces e gentis
Pois amanhã talvez tenhamos que engolí-las;

EU APRENDI
Que um sorriso é a maneira mais barata
De melhorar sua aparência;

EU APRENDI
Que todos querem viver no topo da montanha,
Mas toda felicidade e crescimento
Ocorre quando você esta escalando-a;

EU APRENDI
Que quanto menos tempo tenho,
Mais coisas consigo fazer.

(William Shakespeare)
 
 
Como transformar a leitura em um ato prazeroso
 
Ler não é um ato mecânico, pelo contrário, deve ser um ato prazeroso completamente desligado da ideia de obrigatoriedade. Não é fácil gostar de ler. Quem não adquiriu o hábito durante a infância dificilmente se encantará a cada vez que entrar em uma livraria. No entanto, muitos já perceberam que ler é essencial para se conseguir algo nesta vida.

Se você não gosta de ler, mas ao menos gostaria de gostar, aqui vão dicas que podem ajudar-lhe a se entusiasmar – ou pelo menos a suportar a relação entre você e os livros. Primeiramente é importante ter a consciência de que saber ler não significa saber compreender e este é um problema sério em nosso país. Pelo menos 38% dos brasileiros têm dificuldade em interpretar aquilo que lê. Isto é grave e deve ser combatido. Como? Com esforço próprio.

A compreensão depende muito da bagagem cultural do indivíduo e é por este motivo que a maioria dos livros indica a faixa etária ideal para lê-los. Se você ainda é jovem, em torno dos 13 anos, procure livros que tenham a ver com você. Ler Machado de Assis nesta época não vai ajudá-lo a gostar deste grande nome da literatura brasileira. Cada coisa a seu tempo. Para gostar de ler é preciso ler aquilo que lhe dá prazer, mesmo que isto seja um gibi!

Para criar o hábito da leitura, reserve um tempo do seu dia para praticar. Para que isto dê certo é preciso ser rigoroso, nada de dizer “ah, eu leio amanhã”. Lendo todos os dias o ato passará a ser corriqueiro e com o tempo se tornará um hábito inadiável. O ato de ler pode ser encarado como um ritual: procure um local tranquilo, confortável e bem iluminado. Separe algo para beber e fique confortável (debaixo de uma mantinha quente ou de ar condicionado bem potente). Se você passar a ler em condições impróprias, o ato de ler pode ser associado à ideia de desconforto e aí “tchau” hábito da leitura.

Na ânsia de atingir o objetivo você pode acreditar que ler vários livros ao mesmo tempo pode ajudá-lo. Ledo engano. Um livro por vez é o indicado. Curta a história, entregue-se aos pensamentos e aproveite este momento (já ouviu dizer que ler é uma “viagem”?). Preocupe-se em manter um dicionário por perto, para poder consultar todas as palavras que não fazem sentido para você. Fazendo isto, além de compreender o que está lendo, a expressão passará a fazer parte do seu vocabulário.

Escreve bem quem lê muito e escreve melhor quem lê e escreve muito. Assim como o esporte, a leitura e a escrita devem ser exercitados. Quanto antes você começar, mais rápido atingirá o seu objetivo e lembre-se: o vestibular vem aí. Você está preparado para a redação?

Por Marla Rodrigues
Equipe Brasil Escola 

10 Dicas para Ler Mais e Melhor


Tim Challies

tcBookWorm.gif (13K) - leitor
O assunto “leitura” tem ocupado minha mente nos últimos tempos. Eu adoro ler, mas freqüentemente recebo e-mails de pessoas que lutam para ler e para gostar de ler. Por isso achei que poderia ser útil montar uma lista de dicas para ler mais e melhor. Espero que vocês considerem úteis.

Leia - Começamos com o óbvio: você precisa ler. Mostre-me uma pessoa que mudou o mundo e que gastou seu tempo assistindo televisão e eu lhe mostrarei mil que preferiram gastar seu tempo lendo. A menos que ler seja sua paixão, você precisa ser muito criterioso em separar tempo para ler. Você talvez precise se forçar a isso. Estabeleça um objetivo que seja razoável para você ("Vou ler três livros este ano" ou "Vou terminar este livro antes do fim do mês") e trabalhe para concretizá-lo. Separe tempo diariamente ou todas as semanas e tenha a certeza de que realmente irá pegar o livro durante esses momentos. Encontre um livro que trate de algum assunto de particular interesse para você. Você pode até achar benéfico encontrar um livro que parece interessante – um belo livro com uma capa atraente. Ler é uma experiência e a experiência começa com a aparência e a impressão que o livro causa. Portanto, encontre um livro que aparentemente lhe agrade e comece a lê-lo. E quando terminar, encontre outro e faça tudo novamente. E mais uma vez.

Leia Amplamente – Estou convencido de que uma das razões para que as pessoas não leiam mais do que lêem é que elas não variam suficientemente a sua leitura. Qualquer assunto, não importa quanto ele lhe interesse, pode começar a tornar-se árido se você focalizar toda sua atenção nele. Portanto, leia amplamente. Leia ficção e não-ficção, teologia e biografia, atualidades e história. Certamente você desejará focalizar a maior parte da sua leitura em uma área particular, e isso é saudável e bom. Mas assegure-se de variar sua dieta.
"A leitura é mais bem executada, pelo menos ao desfrutar de livros sérios, quando você trabalha duro para entender o livro e quando interage com os argumentos do autor."
 
Leia Metodicamente – Da mesma forma que lê amplamente, assegure-se de ler metodicamente. Escolha seus livros cuidadosamente. Se você for negligente em fazer isso, corre o risco de perceber que ignorou uma determinada categoria por meses ou anos a fio. Al Mohler, ele mesmo um leitor voraz, divide os livros em seis categorias: Teologia, Estudos Bíblicos, Vida da Igreja, História, Estudos Culturais, e Literatura e tem permanentemente algum projeto em cada uma dessas categorias. Você pode estabelecer suas próprias categorias, mas tente assegurar-se de está lendo alguma coisa em todas elas de forma regular. Escolha livros que se ajustem em cada uma dessas categorias e planeje sua leitura de antemão. Assim você saberá qual livro será o próximo. Freqüentemente, a expectativa pelo próximo livro é uma força motivadora para completar o atual.

Leia Interativamente – A leitura é mais bem executada, pelo menos ao desfrutar de livros sérios, quando você trabalha duro para entender o livro e quando interage com os argumentos do autor. Leia com uma caneta marca-texto e um lápis na mão. Faça perguntas ao autor e espere que ele as responda ao longo do texto. Rabisque notas nas margens, escreva perguntas por toda a contra-capa, e volte freqüentemente a elas (e, se as perguntas permanecerem sem resposta, tente até mesmo entrar em contato com o autor!). Realce as porções mais importantes do livro, ou aquelas para as quais você pretende retornar depois. Como diz Al Mohler, "Livros são para serem lidos e usados, não para serem colecionados e mimados." Eu descobri que escrever críticas sobre os livros que li é uma forma preciosa de retornar, pelo menos mais uma mais vez, ao livro para ter certeza de que eu entendi o que o autor estava tentando dizer e como ele disse. Portanto, interaja com esses livros de forma a torná-los seus.

Leia com Discernimento – Apesar dos livros terem um incrível poder para fazer o bem, desafiar, fortalecer e edificar, eles também têm grande poder para fazer o mal. Já vi vidas serem transformadas por livros, mas também já vi vidas serem esmagadas. Por isso tenha certeza de que lê com discernimento, sempre comparando os livros que lê com o padrão das Escrituras. Se você encontrar um livro que é particularmente controverso, pode valer à pena procurar uma análise que interaja criticamente com os argumentos ler com uma pessoa que entenda melhor os argumentos e suas implicações. Você não precisa temer livros ruins desde que leia com um olho crítico e com um coração cheio de discernimento.
"A resposta de MacArthur foi simples. Ele disse que esse pastor deveria encontrar homens piedosos que ele admira e ler o que eles leram."
 
Leia Livros Pesados - Pode ser intimidador encarar algumas dessas obras volumosas ou séries de volumes que repousam em sua estante, mas certifique-se de arrumar tempo para ler alguns desses trabalhos mais sérios. Uma pessoa só pode crescer um certo tanto enquanto se mantiver em uma dieta de livros sobre Vida Cristã. Enverede por um pouco de Jonathan Edwards ou João Calvino. Leia a Teologia Sistemática de Grudem ou a série “No Place for Truth” de David Wells. Você certamente os considerará vagarosos, mas também verá o quanto são recompensadores. Comprometa-se a ler algum desses volumes pesados como uma parte regular da sua dieta de leitura.

Leia Livros Leves - Enquanto livros densos deveriam ser a dieta principal de um leitor sério, não há nada errado em dar um tempo para ocasionalmente desfrutar um romance ou uma leitura leve. Depois de ler dois ou três bons livros, permita-se ler qualquer outra coisa como um Clancy, Grisham ou Peretti, que nunca mudou a vida de quem quer que seja. Deixe-se levar por alguma boa história de quando em quando. Você perceberá que elas te refrescam e te preparam para ler o próximo livro pesado.

Leia Livros Novos – Fique de olho no que é novo e popular e considere a leitura daquilo que outras pessoas em sua igreja ou sua vizinhança estão lendo. Se “O Segredo” estiver vendendo milhões de cópias, considere a sua leitura de forma que você saiba o que as pessoas estão lendo e assim você pode tentar discernir por que as pessoas estão lendo algo assim. Use seu conhecimento desses livros como uma ponte para falar com as pessoas sobre os livros delas e o que as leva a lê-los. Use seu conhecimento desses livros para saber o que outros cristãos estão lendo e entender o porquê dessa leitura.

Leia Livros Antigos - Não leia só livros novos. Não tenho como dizer isso melhor do que C.S. Lewis: "É uma boa regra, depois de ler um livro novo, nunca se permitir outro novo até que se leia um antigo entre os dois. Se isso for demais para você, então leia um velho pelo menos a cada três novos. Toda era tem sua própria perspectiva. Esta é especialmente boa para ver certas verdades e especialmente sujeita a cometer certos erros. Nós todos, portanto, precisamos dos livros que corrigirão os erros típicos de nossa própria era. E isso aponta para os livros antigos". Portanto, leia livros antigos, não importando se isso significa os clássicos ou se são simplesmente livros de uma geração ou duas antes da sua. E certifique-se de ler história também, já que não há melhor maneira de entender o hoje, do que entendendo o ontem.

Leia o que seus Heróis Leram – Há dois anos, enquanto eu estava na Shepherds’ Conference, um jovem que estava envolvido no ministério, mas que não tinha tido a oportunidade de freqüentar um seminário, perguntou a John MacArthur o que ele lhe recomendaria para que pudesse continuar a aprender e crescer no seu conhecimento de teologia. A resposta de MacArthur foi simples. Ele disse que esse pastor deveria encontrar homens piedosos que ele admira e ler o que eles leram. Portanto, faça isso! Encontre as pessoas que você admira e leia os livros que mais as transformaram. Compilei uma pequena lista em Discerning Reader. Apesar do conteúdo ser ainda um pouco escasso, espero poder acrescentar mais algumas listas em breve. Mesmo em sua forma atual este pode ser um bom ponto de partida para você.


Fonte: Extraído do blog do Challies.com

 A importância da Família como primeiro espaço educativo 

A família é o primeiro espaço onde cada indivíduo se insere e o qual ajuda na promoção de o ser pessoa. É neste contexto que ele se conscientiza dos seus papéis primários e onde se inicia o processo de socialização primária, que o leva à articulação com a comunidade.

É no seio familiar que se faz a transmissão de valores, costumes e tradições entre gerações.

A educação, aqui, é processada sem regulamentos técnicos, onde constitui maior relevância aquilo que o indivíduo é e não aquilo que ele é capaz de fazer.

Desde sempre, a família acaba por surgir como um lugar onde se aprende a viver, ser e estar, e onde se começa o processo de conscientização dos valores sociais inerentes à sociedade e sem os quais esta não consegue subsistir. É neste ambiente que o indivíduo aprende a respeitar os outros e a colaborar com eles.

A família surge com direitos e deveres. Estes deveres estão consagrados na Constituição da República e nos valores sociais e morais respectivos à sociedade. Os pais dão vida aos filhos, a partir daqui cabe a eles dar-lhes o apoio de que necessitam, a educação e as condições necessárias para o seu crescimento saudável.

A família tem um papel educativo essencial. Dela vai depender a definição do quadro de referência primário para a prática educativa. No entanto, o desenvolvimento contínuo da função parental está longe de ser linear e positivo. Existem períodos de concordância que resultam em desenvolvimento para todos, mas também surgem momentos de desacordo que põe a família frente à educação com um profundo mal-estar.

O meio familiar exerce uma das mais importantes influências no desenvolvimento das capacidades cognitivas e na estruturação das características afetivas dos filhos. No entanto, a educação familiar não deve entoar só os efeitos do desenvolvimento dos filhos. A família deve ser considerada um ecossistema da educação. 

Como você age com seu filho? 

Relação entre pais e filhos nos dias atuais:  

Como está o mundo hoje?

• Violência;

• Guerras;

• Novas descobertas científicas, novos remédios, novas técnicas de operação (micro-cirurgias ao invés de grandes cortes nas pessoas, etc.);

• Um bombardeio de informações através da televisão, jornal, rádio, internet;

• Novos produtos, maciça propaganda de lançamentos de produtos para todas as finalidades;

• Aumento do desemprego;

• Exigência de novas especializações para as pessoas poderem se empregar

• Ex: pessoas ter o segundo grau ou nível médio para poder ser caixa de supermercado; saber trabalhar usando o computador, etc.

• Frente a tudo isso, o pai e a mãe olha para seu filho e sente preocupação de educá-lo para a vida, para enfrentar essa nova realidade.

O QUE FAZER?

Como deve ser a relação entre pais e filhos nos dias atuais? 

Como deve ser o lar?

• Lugar de acolhida, proteção e amor;

• É o ninho da intimidade: sem o medo, livre de preocupações, tensões, pressões;

• É o oásis da tranqüilidade: o lugar onde há sempre alguém que espera.

• É o porto onde nos equipamos para enfrentar o mundo exterior;

• É o ginásio de esporte onde se treina. Podem expressar suas forças e idéias, pois são amados.

• Em casa pode-se aprender errando;

• É a clínica do coração: perdão e encorajamento;

• É o lugar do intercâmbio afetivo entre gerações;

• É o terreno onde afundam as raízes da identidade.

• Dentro da casa nasce o “nós”, a nossa família;

• É o lugar mais bonito para se viver e crescer. 

É vital ensinar os filhos a amarem a casa da família e a sentirem-se responsáveis por ela, para que todos possam transmitir sempre esta mensagem:
“Sinto-me tão feliz por estar aqui, com você”. 
Que atitudes devem ser evitadas pelos pais?

Por que esse cuidado? 

Sem o perceberem, os pais, em seus diálogos, estão transmitindo um verdadeiro MANUAL DE COMPORTAMENTO aos filhos, fora do que pensam fazer quando “estão educando as crianças”. 

• Atitudes como impaciência (gritos: já disse, falei, dane-se, isto é problema seu, eu avisei, não me aborreça, não comece de novo, não vou entrar na sua, pelo amor de Deus, chega, já estou saturado, não pegue no meu pé, etc., etc...);

• Descontrole emocional provocando crises de choro, clastomania (destruição de objetos: pratos, livros, cartas, retratos);

• Desmaios, atitudes compulsivas (sair de casa, fechar-se num quarto);

• Agressão física (socos, pontapés, bofetadas, empurrões);

• Ameaças (abandono do lar, vender tudo e sair de casa, sair para não voltar);

• Autopunição (puxar os cabelos, arranhar-se, bater-se);

• Tentativas reais ou simuladas de auto-eliminação;

• Desonestidade (não fui eu, não disse tal coisa, você mente, você inventa, você é falso);

• Ofensas verbais (estúpido, louco, histérico, vagabundo, desordeiro, bêbado, cruel, mal educado e outras ).

Quais as atitudes positivas dos pais com os filhos ?

• Os filhos devem compreender que os pais apóiam seu esforço para tornarem-se autônomos, mas que, como pais, têm o dever de protegê-los dos perigos;

• Uma regra importante: pai e mãe estarem de acordo;

• Pai e mãe estabelecendo as mesmas regras;

• É útil distinguir, na educação dos nossos filhos, o que é importante e o que é irrisório.

• Em momentos particulares de proximidade e serenidade, os pais devem lembrar aos filhos que ser “único” é muito melhor do que ser “como os outros”;

• Preparar os filhos para a criatividade;

• Desenvolver nos nossos filhos o senso crítico, para que possam ter discernimento do certo e do errado, do bom e do mau;

• Desenvolver e estimular o culto e a prática da liberdade (com responsabilidade);

• Desenvolver o respeito à pessoa;

• Desenvolver o sentido da autonomia;

• Desenvolver o sentido da mobilidade, pois devem ser capazes de se adaptar constantemente às novas situações, capazes de descobrir respostas novas para novos desafios;

• Desenvolver o sentido da constância;

• Grande desafio: a partir dos 9-10 anos ensinar nossos filhos, frente a um trabalho, problema, tarefa, etc.:

• Primeiro: pensar;

• Segundo: imaginar como fazer;

• Terceiro: Agir (fazer).

• Quantos exemplos nós conhecemos de pessoas que agem por impulso na compra de um produto, mercadoria, em fazer um crediário acima de suas possibilidades financeiras, etc., apenas porque primeiro agiu, depois pensou e depois chorou.

• Não proibir a criança de agir, experimentar e aprender por si mesma, pois as sucessivas críticas e reprovações às suas iniciativas podem gerar sentimentos de inferioridade, baixa estima, ou timidez.

• Tanto as proibições, como a permissividade dos pais podem perturbar o desenvolvimento da criança e comprometer o seu futuro.  

O que facilita o relacionamento pais e filhos?
 

• Estar perto de nossos filhos. Como? Brincando e ouvindo nossos filhos.

• Dar chance para nossos filhos pensarem, decidirem e fazerem coisas, atividades, tarefas;

• Evitar mentir para os filhos;

• Evitar divulgar os segredos dos nossos filhos. Há certas coisas que devem ficar restritas somente aos pais. Outras pessoas não devem saber;

• Estar disponível para o filho poder conversar com os pais;

• Procurar manter momentos de lazer em família, mesmo que seja um passeio pela praça, a um parque, etc.;

• Não ridicularizar o filho, usando expressões como:

• Você é burro, nunca vai aprender;

• Você é incapaz de fazer tal coisa;

• Você é um mão furada, tudo que pega deixa cair;

• Você é um eterno irresponsável, nunca consegue terminar nada.
E na educação dos nossos filhos, o que mais podemos fazer?

• Sendo exemplo para nossos filhos;

• Orientando nossos filhos: passando os nossos e o porque;

• Ensinando-os a aprenderem a julgar;

• Ensinando que raiva, medo, e outros são sentimentos comuns, mas que devemos saber expressá-los;

• Praticar: o perdão e a solidariedade;

• Entender a frustração;

• Ensinando-os sobre a frustração: não podemos ter tudo na vida, nem ter as coisas que queremos na hora que achamos que devemos ter. Devemos, isto sim, batalhar para podermos, paulatinamente, dando um passo de cada vez, conseguir as coisas que desejamos através do trabalho e planejamento, para chegar lá;

• Ensinado-os a perdoar. Mesmo estando certos, é necessário perdoar a quem nos culpa ou ofende. Na vida conjugal, no futuro, vai ser muito importante saber perdoar a esposa ou o esposo de qualquer ato que tenha sido feito;

• Usando de autoridade: firme, amorosa. Sem autoritarismo.

É necessário que a criança compreenda o significado do NÃO. E os pais devem saber quando dizer... 

O que valorizar ? 

• Iniciativa dos nossos filhos;

• Ser flexível;

• Aceitar mudanças;

• Procurar sempre se atualizar;

• Aceitar responsabilidades;

• Não esquecer nunca que o homem é um ser humano e não uma máquina (que pensa, sofre, está sujeito a pressões, etc.). 

O que evitar em excesso? 

• A falta de diálogo;

• O isolamento de cada um dentro da sua casa;

• Cada um com a sua TV, computador, etc.

• Não existir momentos para a família se reunir, falar uns com os outros, etc.

 

O que compartilhar? 

• Os sonhos, os anseios, as aspirações;

• O afeto, o amor, as palavras mágicas: desculpe, por favor, obrigado, com licença, etc.;

• As tarefas domésticas: cada um contribuindo com a sua parte;

• O “é meu” ceder espaço para o “é nosso”;

• Ouvir a todos;

• Paciência.
 

O que harmonizar?  

Devemos tentar harmonizar: 

• Máquinas de mais (telefone, TV, computador, video-games);

• Relacionamentos de menos (menos momentos juntos). 

E, finalmente, o que não pode faltar?

• Afeto, amor;

• Acalento;

• Toque;

• Confiança;

• Se mentirmos: rompe a confiança, rompe o diálogo, o relacionamento fica difícil e o nosso filho irá procurar fora de casa os esclarecimentos ou dúvidas que tenha;

• Acreditar na potencialidade de nosso filho;

• Nunca esquecer de aceitá-lo como ele é e não como gostaríamos que fosse;

• Educar filhos não é uma tarefa fácil;

• Paciência, respeito, compreensão e orientação são indispensáveis em todos os momentos;

• Criamos os nossos filhos para o mundo, devemos criá-los para serem felizes!

   Contribuição de: Silvana Lima - Psicopedagoga

Dicas valiosas para os pais

1. A educação não pode ser delegada à escola. Aluno é transitório. Filho é para sempre.

2. O quarto não é lugar para fazer criança cumprir castigo.

Não se pode castigar com internet, som, TV, etc...

3. Educar significa punir as condutas derivadas de um comportamento errôneo.

4. É preciso confrontar o que o filho conta com a verdade real.

Se falar que professor o xingou, tem que ir até a escola e ouvir o outro lado, além das testemunhas.

5. Informação é diferente de conhecimento.

O ato de conhecer vem após o ato de ser informado de alguma coisa.

6. A autoridade deve ser compartilhada entre os pais. Ambos devem mandar.

Não podem sucumbir aos desejos da criança.

7. Em casa que tem comida, criança não morre de fome. Se ela quiser comer, saberá a hora.

E é o adulto quem tem que dizer QUAL É À HORA de se comer e o que comer.

8. A criança deve ser capaz de explicar aos pais a matéria que estudou e na qual será testada.

Não pode simplesmente repetir, decorado. Tem que entender.

9. É preciso transmitir aos filhos a ideia de que temos de produzir o máximo que podemos.

Isto porque na vida não podemos aceitar a média exigida pelo colégio: não podemos dar 70% de nós, ou seja, não podemos tirar 7,0.

10. As drogas e a gravidez indesejada estão em alta porque os adolescentes estão em busca

de prazer. E o prazer é inconsequente.

11. Se o pai ficar nervoso porque o filho aprontou alguma coisa, não deve alterar a voz.

 Deve dizer que está nervoso e, por isso, não quer discussão até ficar calmo.

12. Se o filho não aprendeu ganhando, tem que aprender perdendo.

13. Não pode prometer presente pelo sucesso que é sua obrigação.

Tirar nota boa é obrigação. Não xingar avós é obrigação. Ser polido é obrigação.

Passar no vestibular é obrigação.

14. Quem educa filho é pai e mãe. Avós não devem interferir na educação do neto.

15. Se a mãe engolir sapos do filho, ele pensará que a sociedade terá que engolir também.

16. Videogames são um perigo: os pais têm que explicar como é a realidade, mostrar que na vida real não

existem 'vidas', e sim uma única vida. Não dá para morrer e reencarnar.

Não dá para apostar tudo, apertar o botão e zerar a dívida.

17. Professor tem que ser líder. Inspirar liderança. Não pode apenas bater cartão.

18. Pais e mães não pode se valer do filho por uma inabilidade que eles tenham.

Filho, digite isso aqui pra mim porque não sei lidar com o computador'.

19. O erro mais frequente na educação do filho é colocá-lo no topo da casa.

O filho não pode ser a razão de viver de um casal. O filho é um dos elementos.

O casal tem que deixá-lo, no máximo, no mesmo nível que eles.

A sociedade pagará o preço quando alguém é educado achando-se o centro do universo.

20. Filhos drogados são aqueles que sempre estiveram no topo da família.

21. Dinheiro 'a rodo' para o filho é prejudicial.

Mesmo que os pais o tenham, precisam controlar e ensinar a gastar.Palestra ministrada pelo médico psiquiatra Dr. Içami Tiba, (em Curitiba, 23/07/08).

Içami Tiba, nascido em Tapiraí, é um médico psiquiatra, psicodramatista, colunista, escritor de livros sobre educação familiar e escolar e palestrante brasileiro.

 

 

 

domingo, 11 de abril de 2010

QUERO AGRADECER A TODOS, OS BLOGGUEIROS QUE PASSAREM POR AQUI E DEIXAREM SEUS COMENTÁRIOS.
SEI QUE AINDA TENHO MUITO A APRENDER NESSA ÁREA DE TECNOLOGIA,MAS QUERO UTILIZAR ESTE ESPAÇO COM O INTUITO DE PODER PUBLICAR O QUE SEI ,GOSTO E TAMBÉM POSSA AJUDAR AS PESSOAS DE BEM.

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Como o computador contribui para a transformação da escola ,da aprendizagem e da prática pedagógica?

Analisando todas as atividades desenvolvidas durante o curso do linux",percebi que é de suma importância o computador em minhas práticas pedagógicas,pois os recursos tecnológicos favorecem o meu trabalho ,a interação com meus alunos e também a inovação de minhas aulas .
É preciso inovarmos nossas práticas pedagógicas,pois a nossa clientela "alunos" estão "anos luz " a nossa frente e sabem tudo do mundo tecnológico,enquanto uma boa parte dos "professores" ainda estamos lidando com o pó de giz e nada mais.
As novas tecnologias possibilitam mundos diferentes, grandes desafios,coisas novas que despertam o interesse de nossos educandos,pois eles vivem no mundo de desafios constantes e nós temos que acompanhá-los senão continuaremos perdendo-os para o mundo virtual.
É preciso que a escola criem possibilidades maiores de interação ,entre professores e alunos e a evolução de suas práticas pedagógicas e troca de novas experiências.Assim ,aproveitando esse conhecimento tão distintos,mas capazes de transformar o mundo .

MESES DO ANO