
"Dói-me esta saudade que sinto no meu peito desfeito, repleto de memórias, gritante de desejo. Dói-me esperar-te, esperar que voltes, que me abraces e que me segures contra o teu peito. Dói-me ter de ficar aqui, a contar o tempo de um tempo que não passa, de um destino que nos enlaça... que me faz amar-te cada vez mais.
Já não sei quem sou. Preciso de ti para me encontrar. Preciso do meu amor para ser... realmente feliz."
Diogo Canudo.
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